Vontade demais de conhecê-las...
só uma palhinha de nadica de nada:
http://www.asmariasdagraca.com.br/
quarta-feira, 3 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
COMPARTILHANDO UM PUNHADO DE RISO...
Eu procurava algo para ir a primeira vez ao hospital...
No blog dos Doutores da Alegria...
Achei esse relatório... e achei essa figura sem noção, esse tal de Dr. Mané... fiquei apaixonada... pelo texto... e acho que por ele tambémm... afinal o texto saiu de dentro dele...
Até peguei uma foto dele... pra ver que cara ele tinha (sim porque juízo vi logo que ele veio sem...)....
depois de ver o rosto dele, segue abaixo um escrito da figura...
Carol

Relatórios 2008: Hospital Santa Marcelina
Maio 15th, 2008 de Doutores da Alegria
Olá, ilustríssimo Dr. Pinheiro, minhas colegas de trabalho, amigos leitores do Hospital Santa Marcelina e pessoal da rua Alves Guimarães nº 73¹.
O Dr. Mané chegou. Chegou… Chegou! A viagem foi longa e demorada.
Saí em fevereiro do Hospital do Campo Limpo sem destino definido e fui para a rua Alves Guimarães nº 73. No caminho encontrei-me com Dr. Pinheiro, que estava na mesma situação. Caminhando e prosiando², avistei um punk loiro atravessando a rua. Então eu disse para o Dr. Pinheiro: “Aquele cara é o Supla?”. E o Dr. Pinheiro entendeu: “Vamos fazer uma dupla?”. Fiquei constrangido com o convite, não podia corrigi-lo, pois, por um lado pareceria que eu o estava chamando-o de surdo ou lesado, por outro lado, daria a entender que eu articulo mal as palavras, então respondi prontamente: “Sim! Sim! Sim!”. E aceitei. Outras duplas têm outros processos de escolhas: por afinidade artística e intelectual, por pressão e ameaça e por propina e chantagem.
Chegando lá na rua Alves Guimarães nº 73, encontramos outros Doutores. Para quem não sabe, o dia de escolha do hospital em que a dupla vai trabalhar durante o ano é chamado de “Dia de escolha do hospital em que a dupla vai trabalhar durante o ano”. É realizado anualmente e vou relatar agora como ocorreu este ano.
Começamos pela manhã com uma conversa sobre o destino dos hospitais, o destino dos Doutores, a vida, a arte e outros assuntos de maior relevância que não me lembro agora, mas eram. Como ainda era verão, a conversa ficou acalorada e a escolha se transformou numa disputa. Todas as duplas se uniram entre si mesmas, inclusive Batman e Robin, que foram responsáveis pelo bat - boca.
Negociações, palhaços ao telefone, desespero, dor e ranger de dentes, advogados, veterinários (se alguém passar mal), enfim… Já eram 8 da noite e o impasse continuava. Depois de uma disputa acirrada pelo Hospital Santa Marcelina, ganhamos de 3 sets a 0, com parciais de 25-21, 26-24 e 25-22, de outra dupla que prefiro não mencionar. Mesmo porque não lembro, desmaiei com uma última bolada.
Bem tudo isso para relatar como foi minha chegada ao Santa³. Mas agora passo a palavra ao meu parceiro Dr. Pinheiro.
Dr. Pinheiro: Prefiro não me declarar!
Dr. Mané: Então eu me declaro: EU TE AMO!
Grossário:
1 - rua Alves Guimarães nº 73 - a) Vide Guia de São Paulo pág. 149; b) local de grande concentração de palhaços, quase um circo; c) mais conhecida como “A sede”.
2 - Prosiando - Jeito caipira de conversar.
3 - o Santa - Forma simplificada de se referir ao Hospital Santa Marcelina, da rua Santa Marcelina nº 177, bairro de Itaquera, São Paulo Brasil, América do Sul, Planeta Terra, Via Láctea.
Dr. Mané Pereira (Márcio Douglas)
Doutores da Alegria São Paulo
In: http://blog.doutoresdaalegria.org.br/2008/05/15/relatorios-2008-hospital-santa-marcelina/
No blog dos Doutores da Alegria...
Achei esse relatório... e achei essa figura sem noção, esse tal de Dr. Mané... fiquei apaixonada... pelo texto... e acho que por ele tambémm... afinal o texto saiu de dentro dele...
Até peguei uma foto dele... pra ver que cara ele tinha (sim porque juízo vi logo que ele veio sem...)....
depois de ver o rosto dele, segue abaixo um escrito da figura...
Carol
Relatórios 2008: Hospital Santa Marcelina
Maio 15th, 2008 de Doutores da Alegria
Olá, ilustríssimo Dr. Pinheiro, minhas colegas de trabalho, amigos leitores do Hospital Santa Marcelina e pessoal da rua Alves Guimarães nº 73¹.
O Dr. Mané chegou. Chegou… Chegou! A viagem foi longa e demorada.
Saí em fevereiro do Hospital do Campo Limpo sem destino definido e fui para a rua Alves Guimarães nº 73. No caminho encontrei-me com Dr. Pinheiro, que estava na mesma situação. Caminhando e prosiando², avistei um punk loiro atravessando a rua. Então eu disse para o Dr. Pinheiro: “Aquele cara é o Supla?”. E o Dr. Pinheiro entendeu: “Vamos fazer uma dupla?”. Fiquei constrangido com o convite, não podia corrigi-lo, pois, por um lado pareceria que eu o estava chamando-o de surdo ou lesado, por outro lado, daria a entender que eu articulo mal as palavras, então respondi prontamente: “Sim! Sim! Sim!”. E aceitei. Outras duplas têm outros processos de escolhas: por afinidade artística e intelectual, por pressão e ameaça e por propina e chantagem.
Chegando lá na rua Alves Guimarães nº 73, encontramos outros Doutores. Para quem não sabe, o dia de escolha do hospital em que a dupla vai trabalhar durante o ano é chamado de “Dia de escolha do hospital em que a dupla vai trabalhar durante o ano”. É realizado anualmente e vou relatar agora como ocorreu este ano.
Começamos pela manhã com uma conversa sobre o destino dos hospitais, o destino dos Doutores, a vida, a arte e outros assuntos de maior relevância que não me lembro agora, mas eram. Como ainda era verão, a conversa ficou acalorada e a escolha se transformou numa disputa. Todas as duplas se uniram entre si mesmas, inclusive Batman e Robin, que foram responsáveis pelo bat - boca.
Negociações, palhaços ao telefone, desespero, dor e ranger de dentes, advogados, veterinários (se alguém passar mal), enfim… Já eram 8 da noite e o impasse continuava. Depois de uma disputa acirrada pelo Hospital Santa Marcelina, ganhamos de 3 sets a 0, com parciais de 25-21, 26-24 e 25-22, de outra dupla que prefiro não mencionar. Mesmo porque não lembro, desmaiei com uma última bolada.
Bem tudo isso para relatar como foi minha chegada ao Santa³. Mas agora passo a palavra ao meu parceiro Dr. Pinheiro.
Dr. Pinheiro: Prefiro não me declarar!
Dr. Mané: Então eu me declaro: EU TE AMO!
Grossário:
1 - rua Alves Guimarães nº 73 - a) Vide Guia de São Paulo pág. 149; b) local de grande concentração de palhaços, quase um circo; c) mais conhecida como “A sede”.
2 - Prosiando - Jeito caipira de conversar.
3 - o Santa - Forma simplificada de se referir ao Hospital Santa Marcelina, da rua Santa Marcelina nº 177, bairro de Itaquera, São Paulo Brasil, América do Sul, Planeta Terra, Via Láctea.
Dr. Mané Pereira (Márcio Douglas)
Doutores da Alegria São Paulo
In: http://blog.doutoresdaalegria.org.br/2008/05/15/relatorios-2008-hospital-santa-marcelina/
PALHAÇA DE HOSPITAL - JÁ PENSOU? QUE PRESENTE DA VIDA?
Comecei com uma cia. chamada Trupe do Riso a fazer experiências. É um estágio. Se eu for aprovada, serei contratada para levar meu palhaço ao hospital.
Estou muito contente!!!!
é uma oportunidade muito grande de aprendizado... de troca... de relacionamento.
Fui sábado. a primeira vez. Já escrevi um monte sobre isso (não aqui) e por isso não vou me alongar aqui. Mas foi muito bom! Aprendendo... aprendendo.... coisas para pensar, coisas para experimentar, coisas para melhorar, coisas para DEsCOBRIR....
olhar... relação... jogo de pista.... ganhei!!!!! ÊEEÊÊÊ, eu e o José.... que veio fazer exame de sangue... ele me disse que tem medo de cirurgia... e depois me desafiou a comer três bolachas de água e sal em 1 minuto.... pah! perdi o desafio.... ganhei no meu palhaço... mas sinto que poderia ter ganhado mais se eu tivesse me preocupado menos em ser engraçada e tivesse me atolado ainda com mais verdade no jogo... (dia 27 de fevereiro de 2010)
no hospital... a Júlia... levei comigo pra casa, quis voltar no outro dia... coisas para pensar... (28 de fevereiro de 2010)
estado... não abandonar o estado... o estar... PRINCÍPIO FUNDAMENTAL DO MEU TRABALHO-PESQUISA nesse momento...


[fotos que a Nalvinha, essa mulher forte e sorridente que está entre nós, tirou em seu celular. Nós jogamos pista com ela e com o José. Rolou uma conexão muito legal entre nós! Muito sincera ali...
Da esquerda para direita: Dra. Provisória, vulgo Ludovica Pandolfa Bereba I, Nalvinha e Dr. Dondom]
...
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Estou muito contente!!!!
é uma oportunidade muito grande de aprendizado... de troca... de relacionamento.
Fui sábado. a primeira vez. Já escrevi um monte sobre isso (não aqui) e por isso não vou me alongar aqui. Mas foi muito bom! Aprendendo... aprendendo.... coisas para pensar, coisas para experimentar, coisas para melhorar, coisas para DEsCOBRIR....
olhar... relação... jogo de pista.... ganhei!!!!! ÊEEÊÊÊ, eu e o José.... que veio fazer exame de sangue... ele me disse que tem medo de cirurgia... e depois me desafiou a comer três bolachas de água e sal em 1 minuto.... pah! perdi o desafio.... ganhei no meu palhaço... mas sinto que poderia ter ganhado mais se eu tivesse me preocupado menos em ser engraçada e tivesse me atolado ainda com mais verdade no jogo... (dia 27 de fevereiro de 2010)
no hospital... a Júlia... levei comigo pra casa, quis voltar no outro dia... coisas para pensar... (28 de fevereiro de 2010)
estado... não abandonar o estado... o estar... PRINCÍPIO FUNDAMENTAL DO MEU TRABALHO-PESQUISA nesse momento...


[fotos que a Nalvinha, essa mulher forte e sorridente que está entre nós, tirou em seu celular. Nós jogamos pista com ela e com o José. Rolou uma conexão muito legal entre nós! Muito sincera ali...
Da esquerda para direita: Dra. Provisória, vulgo Ludovica Pandolfa Bereba I, Nalvinha e Dr. Dondom]
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Essa mulherada que roda o Brasil!!!
Já falei da Genifer aqui.
Palhaça que foi da Bahia até Rio Grande do Sul enfrentando tudo nessa busca de viver e construir-se enquanto palhaça.
Outras figuras são Las Cabaças: Juliana Balsalobre e Marina Quinan, para "levar a arte do palhaço para lugares de difícil acesso, onde ninguém espera sua chegada. As palhaças percorrerão cinco Estados: Amazonas, Acre, Pará, Amapá e Maranhão, onde atuarão nas comunidades ribeirinhas, indígenas e quilombolas. A itinerância combina apresentações e encontros com palhaços locais, mapeando a produção artística da região."
Eita mulherada arretada!!!
Os dois projetos já se encerreram, mas pra quem quer ler o diário de bordo dela, mesmo passado, ainda são gostosuras de ler...
Las cabaças:
http://www.lascabacas.com.br/

Genifer:
http://www.maetoindo.blogspot.com/

Palhaça que foi da Bahia até Rio Grande do Sul enfrentando tudo nessa busca de viver e construir-se enquanto palhaça.
Outras figuras são Las Cabaças: Juliana Balsalobre e Marina Quinan, para "levar a arte do palhaço para lugares de difícil acesso, onde ninguém espera sua chegada. As palhaças percorrerão cinco Estados: Amazonas, Acre, Pará, Amapá e Maranhão, onde atuarão nas comunidades ribeirinhas, indígenas e quilombolas. A itinerância combina apresentações e encontros com palhaços locais, mapeando a produção artística da região."
Eita mulherada arretada!!!
Os dois projetos já se encerreram, mas pra quem quer ler o diário de bordo dela, mesmo passado, ainda são gostosuras de ler...
Las cabaças:
http://www.lascabacas.com.br/
Genifer:
http://www.maetoindo.blogspot.com/
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Palhaças sem lona.
Pra quem quer acompanhar o nascimento de um espetáculo e, quem sabe, de uma dupla de palhaças, pode acompanhar a criação de Lia Motta e Greice Miotello.
No que será que isso vai dar???
Hummmmm....
In:
http://www.palhacassemlona.blogspot.com/
No que será que isso vai dar???
Hummmmm....
In:
http://www.palhacassemlona.blogspot.com/
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
PROVISÓRIA - um nome, um jeito de ser.../ CAMPINAS 2010
A gente veio, cada um do seu mundo, pra fazer o curso da Tiche... afinidade,afinidades, vontade de estar perto, uma pitada de falta de grana e estávamos nós reunidos na casa do Paulo: eu, Silvia, Eddy, Adriano, Paulo, Artur e hora Daniela, Laura e Lívia. Juntos, embora cada um no seu tempo...
uma espumante é motivo pra começar o jogo: é ano novo!!!
No meio disso, alguém solicita o nome da minha palhaça... qual é? qual é? Sem resposta logo alguém diz vamos dar um nome provisório. Ah!!! É! Provisória....
Provisória como eu... que no curso da Andréia me deparei com mais clareza com essa forma de sentir que comporta diferentes emoções AO MESMO TEMPO... contradições que se apresentam simultaneamente... ser bonita e ser feia, rir e chorar ao mesmo tempo, ser forte e ser fraca ao mesmo tempo... Andrea sublinhava isso que se mostrava em mim... com aquela força que ela tem... e com aquela delicadeza que ela tem...
Nem consigo pontuar tudo o que foram essas duas semanas...
o encontro da minha alma com o olhar da Tiche... da Andrea, do Israel... três cursos, três encontros... como se tivesse encontrado velhos amigos que há muito não via...
E os encontros no bar do Kalunga? A outra Silvia, a magrela, "combinação total!!!", com quem rimos muito...
as sutilezas das bincadeiras com o Paulo... micropercepções... "Ai! o mosquito!"(Paulo) ... "onde? deixa eu ver se machucou?" (eu) E ali ele me salvava de uma situação... percepção, jogo de brincar...
a imensa gernerosidade do Eddy... a alegria de estar com ele... riso constante... jogo de brincar...
a Silvia... em quem encontrei uma parceira... hora estamos só de corpo presente uma do lado da outra... hora estamos inteira... hora eu me pego só com o corpo dela do meu lado... a cabeça... já avôou pelo infinito...
e os outros encontros... gestos delicados, risos, trocas diversas, olhares, dançar...
Tiago, Artur, Adriano, Diego, Leo, Isabela, Claudia Sachs, Bia, o Bruno!
VIDA!
VIDA
VIDA
VIDA!!!
Trueque 2010 - treinamento, experiência com meu corpo, com minha palhaça, encontrar o estado de presença... ESTAR...
Bolo, refrigerante, ÊÊÊÊ aniversário do LUME, Seres de Luz, do MAtula.
E o Matula? Espetáculo de teatro de um circo? Como é bom poder ter tido a oportunidade de vê-los em cena...
Como foi bom... co-mo fo-i bom.
Essa foi a minha primeira explosão de impressão... e indício de saudade...Depois posto mais fotos... à medida que conseguí-las...

[A turma do curso O Palhaço em Cena - Barracão Teatro 2010]

[A FÍ-GÚ-RÁ: Andrea Macera!]

[a espera. platéia: o aprendizado pela experiência do outro...]

[Sil: o encontro com uma parceira]

[a professora loira - muito boa sua cena!!!!]

[à procura de encontrar um jeito de encontrar minha palhaça...]

[Bruno, lindo: presença de vida... presença na cena... foi olhando seu movimento e suas palavras que compreendi um pouco mais sobre o ensinamento que é estar presente... "se você sente vontade de olhar, olha! se sente vontade de chorar: chore! esteja... seja..."]

[Bia, linda... presença de vida... presença na cena...]

[Cravo, Lírio e Rosa: mestres em cena]
uma espumante é motivo pra começar o jogo: é ano novo!!!
No meio disso, alguém solicita o nome da minha palhaça... qual é? qual é? Sem resposta logo alguém diz vamos dar um nome provisório. Ah!!! É! Provisória....
Provisória como eu... que no curso da Andréia me deparei com mais clareza com essa forma de sentir que comporta diferentes emoções AO MESMO TEMPO... contradições que se apresentam simultaneamente... ser bonita e ser feia, rir e chorar ao mesmo tempo, ser forte e ser fraca ao mesmo tempo... Andrea sublinhava isso que se mostrava em mim... com aquela força que ela tem... e com aquela delicadeza que ela tem...
Nem consigo pontuar tudo o que foram essas duas semanas...
o encontro da minha alma com o olhar da Tiche... da Andrea, do Israel... três cursos, três encontros... como se tivesse encontrado velhos amigos que há muito não via...
E os encontros no bar do Kalunga? A outra Silvia, a magrela, "combinação total!!!", com quem rimos muito...
as sutilezas das bincadeiras com o Paulo... micropercepções... "Ai! o mosquito!"(Paulo) ... "onde? deixa eu ver se machucou?" (eu) E ali ele me salvava de uma situação... percepção, jogo de brincar...
a imensa gernerosidade do Eddy... a alegria de estar com ele... riso constante... jogo de brincar...
a Silvia... em quem encontrei uma parceira... hora estamos só de corpo presente uma do lado da outra... hora estamos inteira... hora eu me pego só com o corpo dela do meu lado... a cabeça... já avôou pelo infinito...
e os outros encontros... gestos delicados, risos, trocas diversas, olhares, dançar...
Tiago, Artur, Adriano, Diego, Leo, Isabela, Claudia Sachs, Bia, o Bruno!
VIDA!
VIDA
VIDA
VIDA!!!
Trueque 2010 - treinamento, experiência com meu corpo, com minha palhaça, encontrar o estado de presença... ESTAR...
Bolo, refrigerante, ÊÊÊÊ aniversário do LUME, Seres de Luz, do MAtula.
E o Matula? Espetáculo de teatro de um circo? Como é bom poder ter tido a oportunidade de vê-los em cena...
Como foi bom... co-mo fo-i bom.
Essa foi a minha primeira explosão de impressão... e indício de saudade...Depois posto mais fotos... à medida que conseguí-las...

[A turma do curso O Palhaço em Cena - Barracão Teatro 2010]

[A FÍ-GÚ-RÁ: Andrea Macera!]

[a espera. platéia: o aprendizado pela experiência do outro...]

[Sil: o encontro com uma parceira]

[a professora loira - muito boa sua cena!!!!]

[à procura de encontrar um jeito de encontrar minha palhaça...]

[Bruno, lindo: presença de vida... presença na cena... foi olhando seu movimento e suas palavras que compreendi um pouco mais sobre o ensinamento que é estar presente... "se você sente vontade de olhar, olha! se sente vontade de chorar: chore! esteja... seja..."]

[Bia, linda... presença de vida... presença na cena...]

[Cravo, Lírio e Rosa: mestres em cena]
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Paula Palito Palhaça - e o que é que vem daí?!!
Não é que o In Certo virou palhaçada!!!!. - Cena 02

Palhaçaria é padecer no paraíso. Estimulante, desesperador e, principalmente, apaixonante. Estou apaixonada por essa palhaçacinha que criei e não sei como terminar ou melhor começar essa história. Êh! Vida...
Minha noiva-palhaça, alcoolatra e deprimida está muito segura em sua caixa. Poeticamente iluminada, sob um recorte vermelho, ela sofre sendo espionada por sua amiga estranha. E eu sofro também, por saber que terei que abandonar a imagem/estrutura que construir (pelo menos por enquanto) e me aventurar nas incertezas da sala de ensaio crua e da rua expondo/testando seu sofrimento. Será que a noivinha resistirá? Que será dela e de mim reboladas nesse mundão de Deus?
"O palhaço lida com o fracasso. Um bom palhaço tem uma cara de fracassado!" dizia num portunhol encabulado Oskar Zimmerman numa oficina no Theatro José de Alencar ano passado. Foi ele que me lembrou que o palhaço trabalha com erro, com a tentativa. É uma condição paradoxal e porque não dizer trágica: treinar o erro para poder acertar.
E lá vamos nós pela rua...
Olha a palhaça no meio da rua...
In: http://casadeyemanjas.blogspot.com/2010/01/projeto-in-certo-cena-02-in-certos.html

Palhaçaria é padecer no paraíso. Estimulante, desesperador e, principalmente, apaixonante. Estou apaixonada por essa palhaçacinha que criei e não sei como terminar ou melhor começar essa história. Êh! Vida...
Minha noiva-palhaça, alcoolatra e deprimida está muito segura em sua caixa. Poeticamente iluminada, sob um recorte vermelho, ela sofre sendo espionada por sua amiga estranha. E eu sofro também, por saber que terei que abandonar a imagem/estrutura que construir (pelo menos por enquanto) e me aventurar nas incertezas da sala de ensaio crua e da rua expondo/testando seu sofrimento. Será que a noivinha resistirá? Que será dela e de mim reboladas nesse mundão de Deus?
"O palhaço lida com o fracasso. Um bom palhaço tem uma cara de fracassado!" dizia num portunhol encabulado Oskar Zimmerman numa oficina no Theatro José de Alencar ano passado. Foi ele que me lembrou que o palhaço trabalha com erro, com a tentativa. É uma condição paradoxal e porque não dizer trágica: treinar o erro para poder acertar.
E lá vamos nós pela rua...
Olha a palhaça no meio da rua...
In: http://casadeyemanjas.blogspot.com/2010/01/projeto-in-certo-cena-02-in-certos.html
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Esse Monte de Mulher Palhaça – Festival Internacional de Comicidade Feminina
Escrito por As Marias da Graça
Esse Monte de Mulher Palhaça é um encontro que realizamos bienalmente desde 2005. O objetivo é o protagonismo da mulher palhaça e da comicidade feminina.
É um espaço para fortalecer e impulsionar essa profissão, reunir mulheres palhaças e cômicas para apresentarem seus espetáculos, fazer oficinas e discutir temas.
O nariz vermelho foi uma referência exclusivamente masculina durante um longo tempo. Precisamos de um período considerável, para descentralizar essa visão e assim criar novas referências, incluindo o feminino através de novas gerações, para que a mulher possa se consolidar na profissão de palhaça cada vez mais.
O festival, não é como muitos pensam e dizem equivocadamente o “clube da Luluzinha”. Esse pensamento equivocado, vem geralmente de pessoas que estão fora desse processo de busca por uma identidade e de uma igualdade na profissão. Para essas pessoas, um festival onde homens não se apresentam, pode ser entendido como preconceito, como exclusão aos homens. Mas no nosso ponto de vista, é uma forma de colocar mais uma mulher trabalhando.
Quando uma mulher tem como dupla um homem e este não pode se apresentar, essa palhaça não desiste, ela busca uma dupla mulher para fazer com ela. Daí é a nossa missão acontecendo, uma vitória. Já que são duas mulheres com oportunidades de trabalho. E essa palhaça que faz dupla com um homem vai continuar trabalhando com ele, se apresentando com ele em outros festivais. E essa mulher que temporariamente foi dupla desta palhaça, se sentiu estimulada para dar continuidade ao seu trabalho.
Um discurso muito usado para tentar justificar essa desigualdade, é dizer que temos mais homens palhaços que mulheres. Hoje em dia temos muitas mulheres palhaças e se os espaços nos festivais continuarem em desigualdade, realmente teremos sempre menos mulheres. Aí começa o que chamamos de "adequação de personalidade". Para que possam participar dos festivais, elas começam a se "adequar" a um estilo que não é o delas.
Precisamos ter nosso espaço diferenciado, ter um modelo próprio de comicidade cada vez mais em consonância com a realidade da mulher e suas diferenciações.
Esse Monte de Mulher Palhaça é um festival numa estrutura não competitiva, igualitária (dos cachês às oportunidades) para criar, experimentar, trocar, fortalecer a todas as “irmãs de nariz” que estão pelo mundo desenvolvendo seu trabalho com persistência e dignidade, tão necessário quanto gratificante.
Com um modelo que vai na contramão do que existe nos processos de seleção de festivais (seleção através de DVD´s, exigências estéticas, etc.) os critérios para a escolha da programação que temos são:
- Não assistir aos DVDS que nos mandam (pois não nos cabe julgar o que é bom ou ruim)
- Não repetir as artistas que já vieram em programações anteriores
- Escolher uma de cada estado do Brasil, ou de cada país.
- Não ter participação de homens artistas em cena.
Alguns espetáculos e números são desconhecidos nossos, do meio circense/teatral e do público. Oferecemos às nossas alunas espaço para estrearem seus espetáculos ou números. É um festival de incentivo, oportunidade, espaço, concretização, auto-estima e fortalecimento para mulheres. As novas palhaças que tem surgido precisam de espaço e oportunidade para estrear seus espetáculos e números para darem continuidade à profissão.
Assim como na sociedade que vislumbramos, precisamos e fazemos por onde criar um mundo mais igualitário, justo e feliz, também na comicidade há urgência dessa realização. Com certeza mais adiante, quiçá muito em breve, poderemos convidar palhaços de todas as partes do mundo, para estar conosco em “pé” e “nariz” de igualdade nessa nova estrutura de trabalho.
A mulher palhaça em destaque, valorizada, ainda é coisa que culturalmente não se tem como um bom e óbvio lugar a se ocupar. Poucas são as que se destacam em um modelo feminino de sucesso, sem manter os moldes masculinos de atuação.
Mulheres geram vida, podem criar novos modelos, novas lógicas de vida, de humor, integrar subjetividade e objetividade e assim contribuir para novas mudanças e avanços para uma sociedade.
In: http://www.circonteudo.com.br/v1/index.php?option=com_content&view=article&id=2158:esse-monte-de-mulher-palhaca-festival-internacional-de-comicidade-feminina&catid=147:artigos&Itemid=505
Esse Monte de Mulher Palhaça é um encontro que realizamos bienalmente desde 2005. O objetivo é o protagonismo da mulher palhaça e da comicidade feminina.
É um espaço para fortalecer e impulsionar essa profissão, reunir mulheres palhaças e cômicas para apresentarem seus espetáculos, fazer oficinas e discutir temas.
O nariz vermelho foi uma referência exclusivamente masculina durante um longo tempo. Precisamos de um período considerável, para descentralizar essa visão e assim criar novas referências, incluindo o feminino através de novas gerações, para que a mulher possa se consolidar na profissão de palhaça cada vez mais.
O festival, não é como muitos pensam e dizem equivocadamente o “clube da Luluzinha”. Esse pensamento equivocado, vem geralmente de pessoas que estão fora desse processo de busca por uma identidade e de uma igualdade na profissão. Para essas pessoas, um festival onde homens não se apresentam, pode ser entendido como preconceito, como exclusão aos homens. Mas no nosso ponto de vista, é uma forma de colocar mais uma mulher trabalhando.
Quando uma mulher tem como dupla um homem e este não pode se apresentar, essa palhaça não desiste, ela busca uma dupla mulher para fazer com ela. Daí é a nossa missão acontecendo, uma vitória. Já que são duas mulheres com oportunidades de trabalho. E essa palhaça que faz dupla com um homem vai continuar trabalhando com ele, se apresentando com ele em outros festivais. E essa mulher que temporariamente foi dupla desta palhaça, se sentiu estimulada para dar continuidade ao seu trabalho.
Um discurso muito usado para tentar justificar essa desigualdade, é dizer que temos mais homens palhaços que mulheres. Hoje em dia temos muitas mulheres palhaças e se os espaços nos festivais continuarem em desigualdade, realmente teremos sempre menos mulheres. Aí começa o que chamamos de "adequação de personalidade". Para que possam participar dos festivais, elas começam a se "adequar" a um estilo que não é o delas.
Precisamos ter nosso espaço diferenciado, ter um modelo próprio de comicidade cada vez mais em consonância com a realidade da mulher e suas diferenciações.
Esse Monte de Mulher Palhaça é um festival numa estrutura não competitiva, igualitária (dos cachês às oportunidades) para criar, experimentar, trocar, fortalecer a todas as “irmãs de nariz” que estão pelo mundo desenvolvendo seu trabalho com persistência e dignidade, tão necessário quanto gratificante.
Com um modelo que vai na contramão do que existe nos processos de seleção de festivais (seleção através de DVD´s, exigências estéticas, etc.) os critérios para a escolha da programação que temos são:
- Não assistir aos DVDS que nos mandam (pois não nos cabe julgar o que é bom ou ruim)
- Não repetir as artistas que já vieram em programações anteriores
- Escolher uma de cada estado do Brasil, ou de cada país.
- Não ter participação de homens artistas em cena.
Alguns espetáculos e números são desconhecidos nossos, do meio circense/teatral e do público. Oferecemos às nossas alunas espaço para estrearem seus espetáculos ou números. É um festival de incentivo, oportunidade, espaço, concretização, auto-estima e fortalecimento para mulheres. As novas palhaças que tem surgido precisam de espaço e oportunidade para estrear seus espetáculos e números para darem continuidade à profissão.
Assim como na sociedade que vislumbramos, precisamos e fazemos por onde criar um mundo mais igualitário, justo e feliz, também na comicidade há urgência dessa realização. Com certeza mais adiante, quiçá muito em breve, poderemos convidar palhaços de todas as partes do mundo, para estar conosco em “pé” e “nariz” de igualdade nessa nova estrutura de trabalho.
A mulher palhaça em destaque, valorizada, ainda é coisa que culturalmente não se tem como um bom e óbvio lugar a se ocupar. Poucas são as que se destacam em um modelo feminino de sucesso, sem manter os moldes masculinos de atuação.
Mulheres geram vida, podem criar novos modelos, novas lógicas de vida, de humor, integrar subjetividade e objetividade e assim contribuir para novas mudanças e avanços para uma sociedade.
In: http://www.circonteudo.com.br/v1/index.php?option=com_content&view=article&id=2158:esse-monte-de-mulher-palhaca-festival-internacional-de-comicidade-feminina&catid=147:artigos&Itemid=505
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